Frases de Millôr Fernandes


Millor Fernandes

Millôr Fernandes foi um dos maiores escritores, dramaturgos e humoristas brasileiros. Começou a trabalhar muito jovem na área de imprensa e deixou sua marca nos principais meios de comunicação do Brasil.

Frases

Seleção de belas frases e pensamentos deste gênio.

“A maior vantagem da comida macrobiótica é que, por mais que você coma, por mais que encha o estômago, está sempre perfeitamente subalimentado.”

“A triste certeza / De que hoje estou de posse / É que a minha calvície / Nem ao menos é precoce.”

“Acreditar que não acreditamos em nada é crer na crença do descrer.”

“Anatomia é uma coisa que os homens também têm, mas que, nas mulheres, fica muito melhor.”

“As pessoas que falam muito, mentem sempre, porque acabam esgotando seu estoque de verdades.”

“Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos bem.”

“Chato… Indivíduo que tem mais interesse em nós do que nós temos nele.”

“Democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim.”

“De todas as taras sexuais, não existe nenhuma mais estranha do que a abstinência.”

“Machão não come mel – come abelha.”

“Jamais diga uma mentira que não possa provar.”

“Não devemos resistir às tentações: elas podem não voltar.”

“Nós, os humoristas, temos bastante importância para ser presos e nenhuma importância para ser soltos.”

“O cara só é sinceramente ateu quando está muito bem de saúde.”

“O pior casamento é o que dá certo.”

Biografia

Nascido em 16 de agosto de 1923, Milton Viola Fernandes (seu nome verdadeiro), começou a trabalhar no que gostava com apenas 15 anos de idade. Foi aí que ele iniciou sua carreira jornalística, trabalhando na revista O Cruzeiro. Como ele era um “faz-tudo”, se metia em vários setores da redação da revista, buscando aprender como funcionava cada parte das instalações.

Nas horas vagas, Millôr criava versos, frases e tiradas com bastante humor e inteligência. Um certo dia, quando o seu chefe estava desesperado por conta de uma página que faltava para completar a revista e o chamou para colocar suas criações nessa área. O sucesso foi enorme, o que garantiu uma coluna fixa ao jovem Millôr.

Quando ele soube do sucesso de sua coluna, pediu o seu primeiro aumento, ameaçando ir para o exército caso não aceitassem a proposta. O resultado: aumentaram seu salário em três vezes.

Em 1948, viajou para os Estados Unidos como correspondente. Lá, pode encontrar várias personalidades, como Carmen Miranda, Walt Disney, Vinícius de Morais e César Lattes. Assim que voltou para o Brasil, ele pede a mão de Wanda Rubino e casa-se com ela.

Em 1954, vai morar em uma cobertura na Avenida Vieira Souto, no bairro de Ipanema no rio de Janeiro, a qual ele arrematou pela quantia de 2.700 cruzeiros. Foi lá onde ele imortalizou as suas criações e morou até o último dia de sua vida.

A morte

No início de 2011, Millôr foi internado por conta de um acidente vascular cerebral, indo parar na CTI. Após esse ocorrido, durante mais de um ano ele teve sua saúde fragilizada, chegando a ser internado por mais de cinco meses.

Quando em 27 de março de 2012, exatamente às 21h, faleceu em seu apartamento no Rio de Janeiro. A causa divulgada foi falência múltipla dos órgãos seguida de uma parada cardíaca.

Algumas de suas obras de Teatro

  • 1957 – Teatro de Millôr Fernandes.
  • 1962 – Um elefante no caos ou Jornal do Brasil ou, sobretudo, Por que me ufano do meu país.
  • 1965 – Pigmaleoa.
  • 1972 – Computa, computador, computa.
  • 1977 – É…
  • 1978 – A História é uma istória.
  • 1979 – Os órfãos de Jânio.
  • 1982 – O homem do princípio ao fim.
  • 1982 – Duas Tábuas e uma paixão.