Vão falar difícil assim na casa do @#@$%(!)


Ultimamente ando lendo demasiadamente livros no âmbito de “aumentar” minha cultura. De todos os que comecei a ler só acabeiO Alquimista” (Paulo Coelho), outros como “1984” (George Orwell) e “1º Fundação” (Isaac Asimov) somente li até antes da metade do e-bo…quer dizer, do livro. O primeiro desisti porque assisti um filme baseado nele e assim o fim já não me era surpresa; o segundo desisti de ler porque chegou um momento que o livro parecia uma revista ÉPOCA, só falava de politicagem.

Todavia, o objetivo aqui não é falar destas obras e sim das que eu li posteriormente.

Após a quase-leitura destes livros comecei a me interessar por livros mais filosóficos como “Além do Bem e do MalNiztscher, “Cinco lições de PsicanáliseFreud, “ArtePoéticaAristoteles, entre outros.

No começo senti muita dificuldade para entender o que era expresso nas entrelinhas destes livros. Agora entendo um pouco mais, mesmo assim ainda me perco algumas muitas vezes nas nebulosas idéias dos filosofos.

Você lê, lê e lê e não consegue absolver nem UMA idéia sequer do que está (ou não está) imprimido no veículo.

Será que isto é de propósito, para que somente os preparados possam compreender tais informações? Ou será que aquelas verdades triviais estavam certas?

Uma destas “verdades” afirma que há profissionais – vários profissionais -que sempre utilizam-se de jargões para deixar coisas subentendidas; para que quando erros ocorram eles escondam-se atrás de tais jargões e digam: “Eu avise quando disse que a parafuseta da rebimboca estava desregulada”.

Outra verdade ainda vai mais longe quando afirma que estes indivíduos que falam “difícil”, o fazem para deixar o receptor da mensagem desnorteado
, para que assim a não-sabedoria deles passe despercebida.

Claro que Xenófanes, Aristoteles, Platão, Niztscher e alguns outros pensadores não são enganadores, mas a falta de objetividade deles é assustadora e as palavras deles acabam transformando-se em armadilhas.

Não pense que só a utilização de um léxico mais aprofundado vai te ajudar a entender o que está escrito em algumas passagens das obras filosóficas.

Eu gostaria de perguntar aos blogueiros Rafael Slonik e Ibrahim César: Esta dificuldade de entendimento é normal no inicio da vida de um leitor de livros do gênero filosófico ou, realmente o que não foi entendido não pode ser entendido por completo, porque os filósofos utilizam-se de sua habiliade na escrita para nos enrolarem com palavras de sentido duplo, triplo ou até mesmo de sentido nenhum. (Por favor, respondam está pergunta através de um comentário aqui no post)