Sintomas básicos do autismo


Autismo

Quando você encontrar em algum local, seja na escola, na rua, ou em qualquer lugar, uma pessoa que tem dificuldade em se comunicar, que não olha diretamente nos olhos de ninguém, que demore em responder perguntas, que erre na aplicação de pronomes no português e que tenha dificuldade em falar, decerto você estará diante de um autista.

Genética

Há mais chances de um menino nascer com autismo do que uma menina. Esta patologia não tem necessariamente ligação com retardo mental ou lesão cerebral, embora muitas crianças nasçam com as doenças juntas.

Outros sintomas de uma pessoa autista é a desigualdade de raciocínio. Eles demoram mais para captar informações e para resolver problemas.

Como checar se uma pessoa é autista

  • Problemas para viver em conjunto com outras pessoas,
  • Persistência em gestos iguais, incapacidade de mudar,
  • Risos em horas erradas,
  • Falta de noção de perigo,
  • Alguém que não olha nos olhos,
  • Evolução lenta no aprendizado,
  • Brinquedos muitas vezes interrompidos,
  • Apresenta insensibilidade à dor,
  • Ecolalia (repetição de palavras ou frases),
  • Preferência por estar sozinho; conduta reservada,
  • Pode não querer abraços de carinho ou pode aconchegar-se carinhosamente,
  • Faz girar os objetos,
  • Hiper ou hipo atividade física,
  • Aparenta angústia sem razão aparente,
  • Não responde às ordens verbais; atua como se fosse surdo,
  • Apego inapropriado a objetos,
  • Habilidades motoras e atividades motoras finas desiguais, e
  • Dificuldade em expressar suas necessidades; emprega gestos ou sinais para os objetos em vez de usar palavras

Tratamento para quem tem autismo

O tratamento depende de alguns fatores, como por exemplo, o quanto de idioma utilizável a criança absorveu até os sete anos.

  • Há crianças que sofrem de autismo e tem inteligência subnormal, essas terão que ter acompanhamento institucional quando adultas.
  • Aquelas que possuem o Q.I. normal, geralmente se beneficiam de psicoterapia e educação especial.
  • Outros métodos indicados são a fonoterapia, fisioterapia e terapia ocupacional.