Hérnia de disco: o que é?Sintomas e tratamento.


hernia de disco

Um dos principais sintomas da hérnia de disco são dores nas costas.Mas calma, somente cerca de 20% dos casos de dores nas costas significam um problema que precisa de procedimento cirúrgico para ser tratado.

A Dérnia de Disco ocorre quando parte, ou o disco inteiro se move para trás ou para o lado. Este disco é composto por um núcleo, chamado de núcleo puposo e por um anel redondo, chamado de anel fibroso. Tanto o núcleo quanto o anel podem escorregar, causando uma pequena hérnia, denominada protusão ou uma hérnia maior, quando afeta essas duas composições.

Os especialistas explicam que embora tenhamos discos entre todas as vértebras – cervical, dorsal ou lombar -, a hérnia mais comum é a da região lombar. Na grande maioria das vezes, a hérnia é causada por fatores degenerativos, daí a tendência maior do problema aparecer a partir dos 40 anos.

Apesar disto apenas 20% dos casos necessitam de cirurgias. “A maioria dos casos é tratada de forma conservadora, ou seja, através de medicamentos, repouso nas crises, orientação postural, fisioterapia e alongamento muscular. Somente quanto o tratamento não evolui é que o paciente é conduzido para uma cirurgia”, explica o doutor Maurício de Moraes.

É importante ressaltar, entretanto, que os métodos cirúrgicos evoluíram muito. Atualmente a Nucleoplastia tem apresentado resultados bastante satisfatórios. Minimamente invasivo ele é realizado com auxílio de aparelho de radiofreqüência para retirar tecido do núcleo pulposo do disco intervertebral, aliviando a pressão sobre a raiz do nervo afetado.

A Nucleoplastia pode ser realizada com o paciente consciente, apenas com anestesia local. Dura cerca de 20 minutos e o paciente recebe alta hospitalar no mesmo dia. Além de menos traumatizante, o procedimento diminui muito o tempo de afastamento das atividades físicas, em média três semanas e intelectuais dois dias.

Apesar dos avanços da medicina é possível prevenir os problemas na região lombar. Para tanto, é indicada a realização de atividades físicas de baixo impacto, com alongamento e fortalecimento da musculatura, tanto abdominal, quanto posterior da coluna. Estas medidas estabilizam a coluna reduzindo a força para frente ou para trás. “As atividades mais indicadas são hidroginástica, caminhadas, esteiras com velocidade lenta, exercícios localizados com pouco peso e alongamentos”, orienta o doutor Rubens Rodrigues.

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