Febre da Mordida do Rato: o que é, sintomas, tratamento e prevenção

O que é?

Febre da mordida do ratoUma Doença rara e fatal transmitida pela mordida de ratos ou se ingerimos alimentos contaminados por sua saliva ou ainda, colocamos na boca a mão ou qualquer coisa que tenha sido contaminada por suas fezes ou urina.

Os dois responsáveis pela febre da mordida de rato são: Streptobacillus moniliformis, uma bactéria que vive na boca e na garganta de ratos sadios, quando a pessoa se contamina bebendo leite não pasteurizado e contaminado (Febre de Haverhill) e pode também ser transmitida pela mordida de ratos ou outros pequenos roedores infectados e Spirillum minus, causada pela mordida de ratos ou camundongos, é chamada Sodoku.

Sintomas

A característica comum a qualquer tipo de infecção causada por mordidas de ratos é que a lesão cicatriza quase que imediatamente, mas, após alguns dias (geralmente menos de dez dias no caso da Febre de Haverhill e mais de dez dias no caso de Sodoku), após ter sido mordida, a pessoa apresenta sintomas como:

  • Na Febre de Haverhill: Febre, vômitos, lombalgia e dores articulares. Após três dias, surgem manchas vermelhas nos pés e nas mãos e, após uma semana, edema e dores articulares que persistirão por meses se não houver tratamento adequado, o que também pode ocasionar complicações graves como infecção de válvulas cardíacas, pneumonia, abscessos cerebrais e de outros tecidos.
  • Sodoku: Inflamação acompanhada de febre e aumento dos gânglios da área atingida pode ocorrer erupção avermelhada. Além desses, dores de cabeça, fadiga, mal-estar generalizado. Se não houver tratamento, a febre reaparece a cada dois ou quatro dias e pode persistir por até um ano.

Tratamento

Após o diagnóstico, feito através de amostra de sangue ou amostra do tecido do local da erupção cutânea, o paciente é tratado com penicilina (oral ou subcutânea) ou com tetraciclina, se for alérgico à penicilina.

Prevenção

Febre da mordida do ratoCuidados com a higiene dos ambientes e, principalmente dos alimentos, além do uso de luvas ao entrar em contato com cobaias, no caso de pesquisadores e biólogos ou quem tem roedores de estimação. E aquele velho e bom hábito infalível: Lavar bem as mãos várias vezes!

Fontes de informações:

http://www.brasilescola.com

http://www.classiclife.com.br

http://www.google.com.br/search

Recomendar:

Comentários

Sobre o autor

Daiane Silva

SiteTwitterFacebook