Eu acendo a primeira tocha!


Fogueira

Imagine uma fila com vinte pessoas. Numa ponta está você, na outra um “véio” dentro dum caixa. Isto não vai dar certo…

O caixa, já idoso , na flor da aprendizagem da informática, lhe faz esperar duas, três, quatro horas. Calor intenso, impaciência.

O velho “babau” dá preferência a quem vai fazer depósitos. Você imagina “É um prazer deixar você e você que chegaram agora passar na minha frente, afinal, eu só estou aqui em pé há duas horas”.

Mais meia hora, o velho apanhando para achar o “s” de José no teclado. Quem for enviar Sedex pode vir pro inicio da fila! Gritou contra sua vontade mais uma vez o idoso idiota.

Porra! Pensou você, porque não: “Quem for sacar dinheiro pode vir pro começo da fila”. Ah velho maldito!

Chegaste aqui era uma hora e meia, já são quatro. Falta apenas uma pessoa para ser atendido.

O sistema caiu, proferiu despreocupadamente a boca do funcionário público.

Filho de uma putha! Filho de corno cruzado com prostituta! Tua mãe é minha! Com certeza sua mente quis que você falasse isto.

Agora transfira toda esta história para mim, pois foi isto que passei há dois dias. Após muita espera tive de locomover-me até “TábuaLascada” – expressão tipo “a casa do c@rai” – para sacar meu dinheiro.

Tudo culpa de um funcionário público de idade avançada.

Como disse um “maluco” num filme – que por sinal era muito engraçado- , velhos deveriam ser jogados numa fogueira ardendo em chamas, para queimarem até a morte com muita agonia.

[É bom deixar claro que não teria coragem de atear fogo num idoso, eu não sou mau. Pra estas ocasiões que existem os “testa-de-ferro”. Hahahahahhahahaha!!!!!]