Esquizofrenia: causas, sintomas e tratamentos

Amigos imaginarios.

Sabe aquele amigo seu, que não gosta da vida, que não fala coisa com coisa, que ouve vozes, que tem problemas com suas atividades motoras (como por exemplo: ficar com um dos membros (a perna, por exemplo) paralisado por um longo período), que tem alucinações, que possui uma certa apatia generalizada (Este sintoma pode ser gerado por vários fatores. Um exemplo é a traição, onde o indivíduo perde a confiança e o prazer de conviver com outras pessoas), que em locais públicos sempre acha que todos estão olhando pra ele, que tem uma certa falta de criatividade e por isto acaba por tentar “imitar” as ações das pessoas próximas (Coisas como pessoas que abrem negócios idênticos ao de amigos, que se aproximam de ex-namoradas de amigos e etc) e/ou tem dificuldades de memorizar informações?

Bem, ele não é somente uma pessoa “deferente” – pra não dizer: estranho, doido, lelé da cuca -. É muito mais do que um simples anti-social. Ali, na mente de seu amigo, jaz uma doença chamada de esquizofrenia.

Napoleão Bona Parte era esquizofrênico. Talvez por isto ele sentia tanta “sede” de poder, que no caso seria como “cimento” para preencher alguma lacuna de sua vida. Lacuna esta criada por sua doença.

De acordo com pesquisas, esta doença normalmente se desenvolve em homens a partir do fim da adolescência ou próximo dos 20 anos; já nas mulheres se desenvolve entre 25 e 30 anos.

Cerca de 24 milhões de pessoas sofrem de esquisofrenia. Sendo que 1%  destas chega a cometer o suicídio.

As causas desta doença mental podem ser de ordem genética, biológica ou ambiental (social). Havendo a chance de haver combinações entre elas, o que acabaria por gerar a ezquizofrenia.

Existem cinco tipos de esquizofrenia:

  • Paranóide – caracteriza-se por ilusões e alucinações. Freqüentemente, pessoas esquizofrênicas acreditam ser vítimas das demais.
  • Desorganizada – consiste em um pensamento desorganizado, em comportamento que parece incoerente aos demais e falha na expressão de emoções.
  • Catatonica
    - pessoas com esquizofrenia catatônica podem ficar andando sem rumo ou
    falar excessivamente e sem razão, ou ainda, podem ficar paradas e
    caladas.
  • Simples - diminuição da vontade e afetividade, empobrecimento do pensamento, isolamento social);
  • Residual
    - se alguém tem histórico de esquizofrenia e passa por um período com
    sintomas negativos, sem apresentar os sintomas positivos, pode-se
    caracterizar esquizofrenia residual.

Exemplos de sintomas de esquizofrenia são: pessoas que pensam ser outras (ilusões) e pessoas que ouvem vozes internas a julgando (alucinações).

Falando agora em solução, ou melhor, em tratamento para esta doença:

Medicações antipsicóticas ou neurolépticos são usadas para amenizar os efeitos da esquizofrenia. Estes remédios ajudam na reaproximação do paciente com a realidade. No entanto, não são capazes de curá-lo 100 %.

No caso de os medicamentos não apresentarem resultados, faz-se o uso da eletroconvulsoterapia (ECT).

Além disto, é importante um acompanhamento de um psiquiatra , que fora ajudar o paciente em pontos não atingidos pelos remédios, o ajudará a continuar com o tratamento.

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