Câncer de Colo do Útero: o que é, causas, sintomas e tratamentos

Útero Também conhecido como câncer de Cérvice Uterina, o câncer de colo do útero é o tipo mais comum nas mulheres brasileiras, sendo o que mais mata em todo o Brasil, além de ser responsável por cerca de 24% de todos os cânceres, fazendo mais de 4.800 vítimas fatais por ano. Ele se forma no colo uterino, parte inferior do útero, o qual se conecta com a vagina. É um tipo de câncer de crescimento relativamente lento, podendo na maioria das vezes ser assintomático.

Existem vários fatores de risco para o câncer de colo uterino, alguns deles são:

  • Gravidez precoce (antes dos 18 anos);
  • Início precoce da atividade sexual (antes dos 18);
  • Cigarro;
  • Vários parceiros sexuais;
  • Infecção pelos vírus HPV e HSV;
  • Falta de higiene;
  • Baixa renda.

Como dito anteriormente, é um tipo de câncer que muitas vezes apresenta um quadro assintomático, porém, quando já evoluído, pode apresentar sintomas como:

  • Sangramento vaginal logo após o ato sexual;
  • Sangramento vaginal ocasional (de vez em quando);
  • Secreção vaginal que apresenta odor fétido;
  • Dor abdominal.

Papanicolau

O câncer de colo uterino pode ser diagnosticado por métodos como: exame citopatológico do colo do útero; Teste de Schiller; colposcopia e biópsia dirigida. Existem dois tipos desse câncer:

1. Epidermóide: é o tipo mais comum, sendo na maioria das vezes assintomático.

2. Adenocarcinoma: é o tipo menos frequente.

O tratamento é basicamente uma associação entre cirurgia, quimioterapia e radioterapia, porém, depende bastante do quadro do paciente, e também das características do tumor. Quando o tratamento é cirúrgico, retira-se o útero, uma parte (superior) da vagina e alguns linfonodos da região pélvica. Em pacientes mais jovens, caso o câncer não tenha evoluído muito, há a chance de se deixar se preservar os ovários.

A prevenção do câncer de colo do útero é feita através de exames periódicos, como o Papanicolau, onde o médico realiza a coleta de algumas das células uterinas e vaginais, onde posteriormente são examinadas a fim de identificar anormalidades que propiciem o desenvolvimento de um câncer. A prevenção pode ser feita também minimizando os fatores de risco citados no início desse artigo.

Fontes de Informação

INCA

ABC da Saúde

Prevencaodecancer.com.br

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Sobre o autor

Gabriel Oliveira

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