A força do acaso


11 de setembro

Uma rosquinha, um telefonema, um engarrafamento. Quem diria que coisas tão simples poderiam evitar a morte de várias pessoas?

Para muitos – como os diabéticos – comer uma guloseima como a rosquinha, seria sinônimo de morte, mas para uma das pessoas que se salvaram de estar dentro do World Trade Center no dia 11 de setembro, este ato foi antônimo de morte, foi vida.

Alguns religiosos podem dizer que há a hora certa de cada pessoa se encontrar face a face com a morte, e que o fato de algumas pessoas não estarem dentro do (ex)maior prédio do mundo no momento do “tiro ao alvo do tio Osama” foi influenciado por Deus. Outros, céticos, com certeza seriam contra tal opinião, ficando no lado do time das coincidências, proferindo que isto ocorre a todo o momento.

Afinal, quem está certo? Aquele que escreve este texto não sabe.

Coincidência ou não, isto irá ocorrer outras vezes, como aqueles que não embarcaram no vôo 3054 da TAM e, como conseqüência puderam viver.

Quem sabe um dia nossas indagações sejam respondidas, um dia…